Autocompaixão é fazer escolhas motivadas pelo desejo de melhorar nosso bem-estar


Em seu livro Comunicação Não-Violenta, Marshall Rosenberg, conta que fez uma lista das atividades que odiava fazer. Ele deu exemplo de duas: fazer laudos clínicos e levar as crianças para a escola.


Marshall percebeu que sua intenção por trás dos laudos era apenas financeira, uma vez que já havia percebido que os laudos não eram úteis o bastante para seus pacientes. Sendo assim, optou por buscar uma forma prazerosa de fazer essa grana extra, considerando inclusive a possibilidade de procurar comida em latas de lixo (odiava os laudos real oficial 🤣).



Quanto a levar as crianças para a escola chegou à conclusão de que APRECIAVA OS BENEFÍCIOS de levar seus filhos para aquela escola específica, já que a escola do bairro não estava em harmonia com os valores educacionais que prezava.


Dessa forma, focando na motivação e nos benefícios das nossas atividades diárias, somos capazes de nos livrar daquilo que só atrasa a nossa vida, ao mesmo tempo em que aprendemos a ter prazer em fazer aquilo que enriquece nossas vidas e também a vida dos que nos cercam.



Autocompaixão é fazer escolhas motivadas pelo desejo de melhorar nosso bem-estar e não quando nos movemos por medo, culpa, vergonha, dever, obrigação ou apenas por dinheiro. Toda vez que os motivos são esses últimos experimentamos resistência, demandando muito mais energia.

Que tal fazer uma lista das atividades que você diz abominar e identificar reais motivações e benefícios por trás de cada uma delas?

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